Convidados

Alejandra Hernández Muñoz
Alejandra Hernández Muñoz, uruguaia, residente em Salvador desde 1992, é Arquiteta, Mestre em Desenho Urbano, Doutora em Urbanismo pela UFBA, com Pós-Doutorado em Artes pela UnB. Realizou residência artística no Instituto Sacatar em abr./mai.2021 (Itaparica). Foi professora temporária de História da Arquitetura na FAUFBA (1998/2001); desde 2002 é professora permanente de História da Arte e do Design da Escola de Belas Artes (EBA/UFBA) e, desde 2023, é professora colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU/UFBA). Desenvolve trabalhos de crítica de Artes, Design e Arquitetura e participa de júris e comitês de seleção artística. Integrou as equipes curatoriais do Programa Rumos Artes Visuais 2011-2013 e 2017-2018 do Instituto Itaú Cultural (São Paulo), da 3ª Bienal da Bahia 2014 (Salvador), Lianzhou Photo 2018 (Lianzhou-China), 21ª Bienal SESC-Videobrasil 2019 (São Paulo) e 4° Festival PhotoLux 2019 (Lucca-Itália). Coordenou o Colóquio de Fotografia da Bahia 2017, 2018 e 2019 (Salvador) e o Seminário Protagonismos Femininos na Arte, Arquitetura e Design 2024 (Salvador).

Eloisa Brantes Mendes
Eloisa Brantes é Graduada em Artes Cênicas pela UNIRIO. Master em Arts du Spectacle_Université de Paris 8. Mestre e doutora em Artes Cênicas pela UFBA. Artista fundadora, diretora e performer no Coletivo Líquida Ação (2007, Rio de Janeiro), que faz intervenções urbanas, performances e espetáculos a partir da presença/ausência da água em diferentes contextos socioambientais. Em suas práticas artísticas, acadêmicas e educativas, pesquisa a água como elemento mediador de corpos e ambientes, naturezas e culturas, arte e ativismo. Professora no Departamento de Linguagens Artísticas e no PPGARTES do Instituto de Artes da UERJ, onde coordena o projeto de extensão “Ateliê de Performance” e desenvolve o projeto de pesquisa “Corpo-Ambiente em Performance”.

Lindomberto Ferreira
Lindomberto Ferreira Alves é artista-educador, curador e pesquisador. Doutorando em Artes (PPGArtes/UFPA) e bolsista FAPESPA. Integra os coletivos “FURTACOR” e “Baile”. Co-idealizador e coordenador dos projetos editoriais “AECE” [2023-] e “Rizoma-Escrita” [2022-]. Autor do livro “Rubiane Maia: corpo em estado de performance” [SECULT/ES, 2021]. Co-organizador das publicações “ARTE | ÉTICA | CRÍTICA | ESCRITURA – TOMO I” [SECULT/ES, 2023]; “Desejar menor dos mundos, escrever corporeidades outras desde aí” [Editora PPGArtes/UFPA, 2023]; e “Divisa: notas em rotas de travessias” [SECULT/ES, 2022]. Atualmente, se debruça em uma investigação sobre perspectivas contemporâneas contra-hegemônicas de escritas da crítica de arte.

Lucimélia Romão
Lucimélia Romão é artista visual, dramaturga e performer. Mestranda em Artes da Cena e Mediação Cultural pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Pós-Graduada em Artes pela Universidade Federal de Pelotas - RS e graduanda em Artes Visuais pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - BA. Graduada em Teatro pela Universidade Federal de São João Del Rei - MG onde pesquisou teatro e performance negra. Atriz, formada em 2013 no curso técnico em Teatro pela Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo em Taubaté/SP.

Nina Caetano
Nina Caetano é pesquisadora da cena contemporânea, performer e ativista feminista, além de DJ. Tendo como eixo central da sua pesquisa as relações estético-políticas entre práticas performativas e feminismos, ela coordena, desde 2013, o NINFEIAS – Núcleo de INvestigações FEminIstAS (CNPq), realizando trabalhos artísticos que abordam temas como o feminicídio ou a dor de mães que perderam seus filhos vítimas da violência do Estado. Doutora em Artes Cênicas pela ECA-USP e pós-doutora pelo PPGAC-UFBA, é professora do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal de Ouro Preto, atuando como professora colaboradora no PPGAC-UFBA.

Rafaella Tuxá
Rafaella Tuxá é uma artista pesquisadora indígena da etnia Tuxá, mulher negra e brasileira, formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente desenvolve pesquisas e estudos no campo das Artes Cênicas e Ciências Sociais. É discente na École des hautes études en sciences sociales - EHESS, na área de Antropologia, e aluna especial na Universidade de São Paulo (PROLAM - USP). Desenvolve pesquisas sobre gênero, identidade, etnocenologia, estética e hibridismo, mais especificamente voltada para as questões indígenas e negras. Nos últimos anos, escreveu, dirigiu e atuou em Marias de Algodão: um trajeto preto (2022) e em Híbrida (2021), e atuou em Pele Negra, Máscaras Brancas (2018-2021) pela Cia. de Teatro da UFBA.

Sandra Dinnendahl López
Sandra Dinnendahl López é artista, investigadora e gestora cultural de Asunción. Em 2010 obteve sua licenciatura em Artes Visuais e em Escrita Criativa de Oberlin College (EUA). Em 2015, concluiu o mestrado em Arte em Contexto na Universidade de Artes de Berlim (Alemanha). Seu trabalho centra-se na instalação, performance, objeto, videoarte e desenho. Seus principais interesses temáticos incluem a mediação de discursos críticos sobre memória, identidades coletivas, histórias de conflito, formas de alteridade e tensões geo- e sociopolíticas entre comunidades.
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Vírus Carinhoso
Vírus Carinhoso é artista multilinguagens soteropolitano. Em seu trabalho criativo Vírus pesquisa as artes contemporâneas traduzindo-as em performances expressivas que permeiam a música, a poesia, o canto, a dança e o visual, linguagens e expressões identitárias que dialogam em sua potência inventiva. Em 2023 marcou presença no carnaval de Salvador com apresentações no palco After Batekoo, com o bloco afro Os Negões (show e gravação de faixa) e deu voz e rosto à ação publicitária “Cole no Centro do Carnaval”. Em seguida lançou o curta-metragem SANKOFA, onde assina a trilha sonora com duas faixas autorais inéditas (Tecnologia e Fardo), dá vida ao personagem principal e é codiretor.

Tzitzi Barrantes
Es artista Plástica y magíster Interdisciplinar en Teatro y Artes Vivas de la Universidad Nacional de Colombia. Es directora general del evento anual de performance: Encuentro de Acción en Vivo y Diferido -AVD- (2008-2024) y gestora de la Resistencia Artística Rural Accionarar en Anolaima (Cundinamarca). Ha participado en diversos encuentros y festivales de performance de Suecia, Portugal, Lituania, Alemania, Austria, Argentina, España, México, Brasil, Ecuador, Perú, Bolivia y Colombia.

Valentina Lippi
Directora, Docente, Actriz y Performer titulada de la escuela de Actuación, Instituto
Profesional Duoc UC el año 2015, Santiago de Chile. Diplomado en Dirección Teatral de la Universidad Finis Terrae el año 2017. Dramaterapia de la Universidad de Chile el año 2019. Diplomado en Gestión de las Artes y Cultura en UAH el año 2020. Cursando en el año 2023 Técnico en Locución para Radio y Televisión Universidad Andres Bello. Me he especializado en distintas áreas del arte corporal tales como; Danza Butoh, Teatro físico y Performance, Yoga y Entrenamiento, Directora de la Compañía “La Ropa Sucia” Llevo 10 años desarrollando la metodología “Vacío y Presente” (metodología basada en la performance y antropología, trabajando el limite, registro y biografía del cuerpo y el uso de los espacios no convencionales).

Isadora Silva e Silva
Isadora Silva e Silva, cria de Itapicuru, artista, graduada em Design pela Universidade Tiradentes (UNIT), graduanda em Artes Visuais pela Universidade Federal do Recôncavo Bahia (UFRB) onde integra o Grupo de Pesquisa e Extensão de Processos Artísticos PEPA e o Grupo de Estudos em Experiência Estética: Comunicação e Artes (GEEECA), é produtora cultural, especializada em cenografia e expografia. Sua prática e pesquisa artística deriva da fabulação de memórias como caminho de retomadas, conectando o pulsar das tradições e a contemporaneidade